Somos professoras de Língua Portuguesa, a criação deste blog faz parte de nossa formação e tem como principal objetivo a nossa familiarização com esta ferramenta tecnológica. É indiscutível que a internet influencie diretamente o cotidiano do nosso aluno, fazendo com que as novas gerações já se formem com uma nova forma de produção do conhecimento. Por isso, é imprescindível que saibamos nos utilizar dela. Iniciando nossas postagens, compartilharemos com vocês alguns depoimentos! Viaje conosco!
quinta-feira, 13 de junho de 2013
domingo, 9 de junho de 2013
A leitura sempre esteve presente em minha vida, desde criança na escola no primário como dizia, era curiosa, principalmente com as letras, as palavras...Quando cheguei no ginásio, na sétima série, teve um trabalho de Português, para ler o livro "Dom Casmurro" de Machado de Assis, como ainda não conhecia aquele título, achei que não seria interessante.
Mas quando comecei a leitura, fui me envolvendo com a história e adorei. Então são nestes momentos que decidimos sem perceber, qual a matéria que mais gostamos e até ser uma profissão no futuro. Como sempre tive esse sonho de fazer Letras, e consegui, hoje leio muitos os livros literários de vários autores, principalmente nas férias, porque realmente gosto, viajo naquele tempo junto com o autor...
Hoje minha filha tem 10 anos, e desde pequenina, liamos muito literatura infantil, as fábulas que também me encanta...
Mas quando comecei a leitura, fui me envolvendo com a história e adorei. Então são nestes momentos que decidimos sem perceber, qual a matéria que mais gostamos e até ser uma profissão no futuro. Como sempre tive esse sonho de fazer Letras, e consegui, hoje leio muitos os livros literários de vários autores, principalmente nas férias, porque realmente gosto, viajo naquele tempo junto com o autor...
Hoje minha filha tem 10 anos, e desde pequenina, liamos muito literatura infantil, as fábulas que também me encanta...
quinta-feira, 6 de junho de 2013
O escritor Ignácio Loyola de Brandão, convidado pela Secretaria Municipal de Educação esteve em Campo Limpo Paulista, em 2011, e, na ocasião, proferiu uma bela palestra que foi assistida por professores e alunos de escolas municipais e estaduais. Da esquerda para a direita: Gisela, Érika, Delisete, Rosalva, Diretora da Escola Mário - na época, Ignácio, eu e Clara. Esse dia ficou inesquecível em nossas lembranças e um depoimento dele que me marcou foi o fato de que o escritor (Ignácio) carrega sempre um bloco de apontamentos e anota nele os fatos curiosos do dia a dia para produzir as suas crônicas. Relatei isso para os meus aluninhos dos 6ºs Anos e eles "acharam o máximo" a ideia do bloco e de termos tirado uma foto com o escritor. Aproveitei para ilustrar o texto "O homem que entrou no cano" e informei a eles que a foto está no Facebook .
Melissa
A leitura e a escrita em minha vida
Entrei no mundo da leitura aos 06 anos de idade, lendo primeiramente as historias em quadrinhos nos gibis (Bolinha, Luluzinha, Fantasma, O Pato Donald, Zé Carioca, Super-Homem e etc.) e também lendo tirinhas de jornal. No início, só lia as imagens e escrevia apenas o meu nome e sobrenome com letra de forma, pois não fiz o Pré-Primário e aprendi a ler somente aos 07 anos. Mas continuei, em minha adolescência, lendo gibis, revistas e romances, cuja “curtição”, na época, era emprestar, trocar e, eventualmente, comprar.
Tive bons exemplos de meus pais, quanto à leitura e escrita, pois meu pai lia muito – emprestava livros de amigos, pois não podíamos comprar, mas mesmo assim, assinávamos o jornal O Estado de São Paulo e a revista Seleções. Minha mãe tinha uma letra bonita, escrevia corretamente, lia à noite e o meu pai era “contador de causos” e poeta, deixando várias poesias escritas antes de falecer em 1994, sendo que algumas foram publicadas.
Mas, quanto à literatura na escola, somente na 5ª e 6ª séries é que tive o incentivo à leitura: José de Alencar, Machado de Assis, Joaquim Manuel de Macedo, Júlio Verne, Érico Veríssimo, Ernest Hemingway. A professora que marcou a minha vida escolar foi a Professora Laidinha (Adelaide), que emprestava os livros aos alunos na 6ª série, cobrava a ficha de leitura, com resumo escrito e comentário oral sobre a leitura. Não me recordo de ter, na escola, uma biblioteca, tinha somente um laboratório. Curiosamente, na época, não fomos incentivados a ler Monteiro Lobato. Já, no Magistério, “estudei” sobre Literatura Brasileira e Portuguesa, com ênfase em Camões. No Curso de Letras, li: Lima Barreto, Machado de Assis, Clarice Lispector, Carlos Drummond de Andrade, Mário de Andrade, Graciliano Ramos, Euclides da Cunha, Shakespeare, Almeida Garret, Fernando Pessoa, José Saramago e outros.
Meus filhos são ávidos leitores e, embora adultos, quando vêm aqui em casa, trazem livros para trocar e nos presenteiam com livros – a mim e ao meu marido que também adora ler.
Como professora, sempre incentivei os meus alunos à leitura, lendo para eles com entonação, emprestando livros, trabalhando com jornais, debates, seminários e teatro – como, por exemplo, a encenação de diálogos variados e o julgamento da personagem Capitu de Dom Casmurro, de Machado de Assis. Guardo, com carinho, os trabalhos elaborados pelos alunos, frutos de boas leituras e boas pesquisas.
Porém, sempre me atualizo, sou crítica e penso que posso fazer ainda mais por meus alunos. Assim, mais uma vez, estou aqui: na Escola de Formação de Professores para aprender e levar conhecimento.
Entrei no mundo da leitura aos 06 anos de idade, lendo primeiramente as historias em quadrinhos nos gibis (Bolinha, Luluzinha, Fantasma, O Pato Donald, Zé Carioca, Super-Homem e etc.) e também lendo tirinhas de jornal. No início, só lia as imagens e escrevia apenas o meu nome e sobrenome com letra de forma, pois não fiz o Pré-Primário e aprendi a ler somente aos 07 anos. Mas continuei, em minha adolescência, lendo gibis, revistas e romances, cuja “curtição”, na época, era emprestar, trocar e, eventualmente, comprar.
Tive bons exemplos de meus pais, quanto à leitura e escrita, pois meu pai lia muito – emprestava livros de amigos, pois não podíamos comprar, mas mesmo assim, assinávamos o jornal O Estado de São Paulo e a revista Seleções. Minha mãe tinha uma letra bonita, escrevia corretamente, lia à noite e o meu pai era “contador de causos” e poeta, deixando várias poesias escritas antes de falecer em 1994, sendo que algumas foram publicadas.
Mas, quanto à literatura na escola, somente na 5ª e 6ª séries é que tive o incentivo à leitura: José de Alencar, Machado de Assis, Joaquim Manuel de Macedo, Júlio Verne, Érico Veríssimo, Ernest Hemingway. A professora que marcou a minha vida escolar foi a Professora Laidinha (Adelaide), que emprestava os livros aos alunos na 6ª série, cobrava a ficha de leitura, com resumo escrito e comentário oral sobre a leitura. Não me recordo de ter, na escola, uma biblioteca, tinha somente um laboratório. Curiosamente, na época, não fomos incentivados a ler Monteiro Lobato. Já, no Magistério, “estudei” sobre Literatura Brasileira e Portuguesa, com ênfase em Camões. No Curso de Letras, li: Lima Barreto, Machado de Assis, Clarice Lispector, Carlos Drummond de Andrade, Mário de Andrade, Graciliano Ramos, Euclides da Cunha, Shakespeare, Almeida Garret, Fernando Pessoa, José Saramago e outros.
Meus filhos são ávidos leitores e, embora adultos, quando vêm aqui em casa, trazem livros para trocar e nos presenteiam com livros – a mim e ao meu marido que também adora ler.
Como professora, sempre incentivei os meus alunos à leitura, lendo para eles com entonação, emprestando livros, trabalhando com jornais, debates, seminários e teatro – como, por exemplo, a encenação de diálogos variados e o julgamento da personagem Capitu de Dom Casmurro, de Machado de Assis. Guardo, com carinho, os trabalhos elaborados pelos alunos, frutos de boas leituras e boas pesquisas.
Porém, sempre me atualizo, sou crítica e penso que posso fazer ainda mais por meus alunos. Assim, mais uma vez, estou aqui: na Escola de Formação de Professores para aprender e levar conhecimento.
Primeiras leituras do Igor
Como a leitura entrou em minha vida
O meu encantamento pela leitura começou na minha adolescência, quando comecei a ler os livros da Série Vaga-lume. Fiquei empolgadíssima com 8ª série C, O escaravelho do diabo e muitos outros. Fugia da minha realidade simples e sem muitas novidades e viajava com as aventuras desses corajosos personagens. Depois passei aos clássicos e por gostar de Literatura decidi cursar Letras.
Na faculdade me encantei com Grande Sertão: Veredas, um livro difícil no início, mas depois que absorvemos a sua linguagem não conseguimos mais desgrudar dele. Depois fiquei só nas leituras didáticas, obrigatórias.
Quando comecei a trabalhar em uma escola tive o privilégio de conhecer uma colega - leitora assídua e madura - que me influenciou e me apresentou aos clássicos universais. Foi quando tive o privilégio de ler Os miseráveis de Victor Hugo, um livro que quando você termina, já não é a mesma pessoa. A partir daí nunca mais parei de ler. Desenvolvi um diário de leitura no qual vou registrando os títulos que leio e um comentário sobre ele. É muito legal, incentivo a todos terem o seu. E agora tento também repassar essa paixão por leitura para meus alunos.
Na faculdade me encantei com Grande Sertão: Veredas, um livro difícil no início, mas depois que absorvemos a sua linguagem não conseguimos mais desgrudar dele. Depois fiquei só nas leituras didáticas, obrigatórias.
Quando comecei a trabalhar em uma escola tive o privilégio de conhecer uma colega - leitora assídua e madura - que me influenciou e me apresentou aos clássicos universais. Foi quando tive o privilégio de ler Os miseráveis de Victor Hugo, um livro que quando você termina, já não é a mesma pessoa. A partir daí nunca mais parei de ler. Desenvolvi um diário de leitura no qual vou registrando os títulos que leio e um comentário sobre ele. É muito legal, incentivo a todos terem o seu. E agora tento também repassar essa paixão por leitura para meus alunos.
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